FIM

A palavra FIM aponta para dois significados: (1) término e (2) propósito.

O fim como término é nosso conhecido “The End”, ele está presente nas telas de cinema e nas nossas existências também. Tudo acaba, termina, encontra seu fim. Um inquieto leitor pergunta se existe, definitivamente, a finitude. A única resposta real e possível, é sim.

O questionamento profundo sobre nosso fim, acaba por chegar na pergunta sobre nosso fim. Como assim? A reflexão sobre nosso ser finito nos lança, com toda força, na busca do nosso propósito. Afinal, para que viver? Esta questão pode propiciar mudanças positivas da nossa atitude perante a vida: ”Comecei a compreender quão próximos da morte estamos todos nós na vida cotidiana. Mais do que nunca, agora tomo todo o cuidado de deixar que cada pessoa que amo saiba o que sinto.” [1]

Teilhard de Chardin afirma: “Somos seres espirituais numa aventura humana e não seres humanos numa aventura espiritual.”

O leitor inquieto, de certa forma, está certo. Não existe término para o eterno.

Viver é experienciar o mutável e o permanente, o animal e o divino, o finito e o infinito, o fio e a urdidura: a tessitura. O texto.

Escrever é costurar, incessantemente, as linhas que unem estas duas ordens.

Por ser matéria o texto presente, aqui acaba. Quanto ao espírito de natureza imperecível, sua contemplação carece doinfinito...

espaçoextensão indefinidaé onde existe o sistema solaras estrelas o universo [2]

© Texto elaborado por Guilherme Assis de Almeida. Advogado, doutorando em Filosofia do Direito pela USP e Professor Universitário.

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Página elaborada em 10.11.2000

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