MUNDO DOS FILÓSOFOS

HOMENAGENS PARA MINHA FILHA TATIANA

 

TATIANA MADJAROF BUSSAMRA

Tati, gostaria que todos soubessem o quanto você foi importante na minha vida e o quanto você foi amada e querida por todos. Apesar de toda a dor que invade o meu peito e minh'alma, pude encontrar e reunir forças para escrever um pouco do muito que você representou em minha vida.

Agradeço a Deus por ter me dado você de presente, mesmo que por pouco tempo. Nesses 23 anos você só me deu alegrias e me encheu de orgulho. Menina linda, inteligente, humilde, cheia de graça e de charme, carinhosa, meiga, enfim, tudo de bom...

Tua vida foi ceifada nas curvas perigosas de um asfalto, mas você continuará vivendo eternamente dentro de nossos corações. O teu curso de medicina foi interrompido, mas agora você irá clinicar entre as estrelas. Os Anjos do Céu estão alegres com a chegada de mais um Anjo.

Deus! Muito obrigada por ter me emprestado esta menina maravilhosa que foi a Tatinha. Tati, quero te agradecer por tudo que você fez por mim. Quero te agradecer por você ter me escolhido como tua mãe. Quero te agradecer por você ter sido sempre a filha maravilhosa que você foi.

Tati, você nasceu para brilhar e o teu brilho apenas mudou de endereço. Agora, você irá brilhar entre as estrelas e quando eu olhar para o céu e ver a estrela mais brilhante, sei que será você dando o seu belo sorriso para mim.

Peço a Deus que me dê força e resignação para aceitar a tua partida.

Fique com Deus minha filha querida, minha boneca, minha linda, minha vida...

A mãe que te ama muito, Rosana Madjarof.


TATIANA PRATICANDO SNOWBOARD EM KEYSTONE - COLORADO EM 2005

A maior angústia vivida pelo homem é a condição de viver à espreita da própria morte, dizia um sábio professor do curso de psicologia. Todos sabemos que ela virá, sem, entretanto, conhecer a forma e o momento exato. Acredito que essa angústia se multiplica quando a expectativa recai sobre um ente querido e amado – dor que não pode ser dimensionada por quem não a viveu.

Mesmo assim, nos surpreendemos sempre e o choque é inevitável, especialmente quando uma pessoa tão querida tem sua vida interrompida de forma trágica nas curvas de uma estrada, como aconteceu com a nossa Tati, no dia 04/02/2006.

Perdemos a nossa querida Tatiana. Uma menina de 23 anos, idealista e cheia de sonhos – muitos em curso – que deixou sua marca colocando muito de si em tudo que fez. De personalidade marcante e forte determinação, enfrentou seus medos e se expôs aos desafios. A obstinação pelo novo, suas viagens e suas buscas, outras culturas, muito conhecimento. Instrutora de Snowboard por três temporadas no Colorado, praticante de surf nas praias do sul, professora de Inglês na cidade de Tubarão, aonde também se dedicava ao curso de medicina, que estava às portas da conclusão. Motivo de orgulho de todos nós!

Apesar de tão jovem, demonstrava uma maneira peculiar de autonomia e independência, vivendo tudo tão intensamente, como se o tempo fosse incompatível com os seus anseios de vida e o mundo restrito e limitado.

Bela menina, nutria a vaidade inerente a uma jovem de sua idade, vestindo-se com esmero e cuidando da aparência com dedicação.

Pois é Tatinha, Os amigos reais e virtuais, os seus alunos, os seus amores, a sua mãe Rosana, o seu pai Jorge, a sua irmã Luciana, a sua avó (e confidente) Rosa, os avós Eduardo e Jacy, os seus tios e primos; todos sentiremos muito sua falta!

Esta é a homenagem do seu tio Paulinho.


TATI NA INTERMED EM 2005.Oi, Tati. Querida Filha.

Você sempre gostou de viajar, ir para bem longe, ficar bastante tempo fora. Eu nunca gostei muito, pois ficava sem você por muito tempo, porem, como te amo muito, sempre te dei toda liberdade de escolha, pois acima de tudo quis sempre que você fosse feliz.

Mas filha, agora você exagerou! Viajou repentinamente sem avisar ninguém, e ainda para ficar ausente mais tempo que das outras vezes. Acho que fez isso porque sabia que dessa vez eu não ia deixar de jeito nenhum.

Ainda bem que pelo menos sabemos para onde foi. É um pouco distante, porem, sem dúvida um lugar maravilhoso, lindo mesmo, com ótimas companhias, como você também tinha por aqui e ainda vai encontrar pessoas que não vemos há muito tempo e que vão gostar de te ver novamente, pois também a amam muito.

Acho que desta vez você foi para ficar, mas tudo bem a gente vai se falando como der. A força do amor vai muito além de um telefonema, de um E-mail ou até do orkut.

Olha, você vai encontrar aí um Amigo meu que eu converso com Ele todos os dias e sempre falo de você e de sua irmã. Então, fique tranqüila porque Ele já te conhece bem.

Agradeça a Ele por mim por ter me dado a felicidade de ser seu pai e ter sua companhia por esses 23 anos; agradeça também por ter sido uma filha maravilhosa, por você ter entendido que sonhos para serem realizados dão trabalho e você sempre se esforçou ao Máximo para conquistá-los; agradeça por você ter sido sempre tão alegre e, principalmente, alegrar a vida dos que estavam junto a você.

Agradeça a Ele por ter te dado a passagem para esta viagem em primeira classe, sem dor, sem sofrimento. Agradeça também por estar cuidando de você com todo carinho e amor que você merece.

Olha, eu já falei tudo isso com Ele, mas não custa nada reforçar. Eu acho que Ele vai gostar.

Ah! Avisa pra Ele não esquecer de mandar as passagens para nós também, pois vamos sentir muitas saudades de você e queremos te encontrar aí onde você está. Mas fala pra Ele que não precisa ser pra já. Pode demorar um pouco, pois nós temos ainda umas coisas pra resolver por aqui e eu quero que você aproveite bem sua viagem, sem pressa.

Sua ausência está doendo muito em mim, em sua mãe, em sua irmã, avós, primos e amigos, mas vai passar.

Eu acho que os pais deveriam fazer esta viagem antes dos filhos, pra poder ajeitar tudo por aí antes de vocês chegarem. Mas tem coisas que nós não entendemos e por isso não podemos julgar, pois muitas vezes não sabemos o que é certo ou errado, o que é justo ou injusto.

O importante mesmo é que sabemos que está bem e que todos os seus “queridos”, como você costuma se referir aos seus amigos, estão lhe mandando um abraço apertado, um beijo e um monte de recados no seu orkut.

Fique com meu Amigo Deus, mas se tiver neve vê se não vai se machucar como das outras vezes quando você fez snowboard lá no EUA.

 

Beijão, Saudades de seu querido papi Jorge.


 

TATI... SEMPRE GATA!TATI... VOCÊ ERA UMA PESSOA ILUMINADA... CHEIA DE AMOR... DE VIDA... DE SONHOS... DE VONTADE... UMA BATALHADORA... UM VERDADEIRO ANJO QUE HOJE ESTÁ NO CÉU NOS OLHANDO... EU, E TODOS QUE A CONHECIAM, TE AMAMOS MUITOOOOO... E TENHA CERTEZA DE QUE ESTAREMOS SEMPRE ORANDO POR VOCÊ.

     TE AMO - TE AMO - TE AMO - TE AMO - TE AMO - TE AMO.

 

A vida é mesmo muito estranha... Tira da gente o que a gente mais ama, quando a gente menos espera... Quero dizer que vou sentir muita, mas muita saudade da minha maninha querida... Ela era cheia de sonhos, esperanças, desejos, cheia de vida, linda, sempre alegre, muito divertida... Vou sentir muita falta das nossas conversas, do jeito que ela era comigo... Não podíamos ficar juntas que só saiam besteiras... E sempre eu levando várias pedaladas.... Vou sentir muita falta disso tudo... Eu tinha e tenho muito orgulho de ter tido ela como a minha irmã... A única que eu tinha, e que nunca vai sair do meu coração, nem do meu pensamento, é como se uma parte de mim tivesse ido junto sabe?... Mesmo sempre morando longe, sempre distante, nós estávamos sempre juntas, tanto nas tristezas, quanto nas alegrias... Eu não entendo pq, pq ela?... Uma menina que tinha um futuro brilhante e o seu maior sonho era se casar e ter filhos. Ela realmente vivia e viveu intensamente, com planos e mais planos, decidida em tudo que queria, inteligente... Não entendo! Eu sei que Deus faz tudo certo na hora certa, mais por que ela? Não posso nem dizer que Deus foi injusto, porque, quem sabe, talvez ele a livrou de um mal pior, ou algo assim... Então, só peço a Deus que nos ajude, que nos dê essa compreensão, entendimento e força pra superarmos essa perda, que foi a pior que eu já tive... Em mim ficou uma ferida que nunca vai se fechar... Ficou a dor da saudade... Mas Deus é maravilhoso, e vai nos ajudar em todos os momentos!

Minha irmã só nos deixou coisas boas, só alegrias, com certeza vamos sempre lembrar dela com muito carinho, com muita felicidade... Pq era assim que ela era, meiguinha, companheira, amiga, linda, inteligente, simples, honesta, enfim, tudo que um verdadeiro Anjo é. Nunca senti tanta dor como estou sentindo agora..., e eu não desejo essa dor pra ninguém...

 

TE AMO MINHA IRMÃ... TE AMO MUITO...

AGRADEÇO MUITO A DEUS POR TER ME ESCOLHIDO PRA SER SUA IRMÃ, PQ SEMPRE TIVE MUITO ORGULHO DE DIZER QUE TINHA UMA IRMÃ COMO VOCÊ.

VOCÊ SEMPRE VAI FICAR COMIGO... EU SEI DISSO... E É ISSO QUE ME CONFORTA, SABER QUE SEMPRE VAI ESTAR AO NOSSO LADO...

 

OBRIGADA SENHOR!

 

SAUDADE... SAUDADE... SAUDADE... INFINITA DE VOCÊ TATI.

TE AMO
TE AMO
TE AMO
TE AMO
 

Esse foi o meu desabafo..... eu precisava disso.

Com muito amor e muita saudade dessa irmã que lhe será sempre grata, Luciana Madjarof Bussamra.


 

TATIANA - O CÉU SE ABRIU PARA ELA PODER ENTRAR!1ª PSICOGRAFIA DA TATI RECEBIDA NO DIA 15/09/06, EM UBERABA - MG

 


          É incrível mãe!

É difícil explicar esta minha emoção e todo este intercâmbio que me permite entregar esta carta em suas mãos.
        Mamãe Rosana, não quero chorar, quero fazer de conta que estou lá no Texas, com minhas lembranças de todos e com a certeza de que aconteça novamente o nosso encontro.
        Mãe, naquele dia do acidente, me senti igual a um pássaro voando para atender o trinar de outro amigo que o chama para a festa da vida.
        Atendia o convite da Lydia, sentindo em meu ser a felicidade de ser lembrada por alguém a quem coloquei bem dentro do coração.
        Próximo a mim, o presente do papai Jorge: o cãozinho Thommy; meu companheiro, motivo de minha alegria.
        Saímos de Tubarão, mas não foi possível chegar ao encontro desejado com nossa Lydia.
        Não creio que minuciar os detalhes do acidente possa nos causar algum benefício.
        Quero apenas dizer que o meu Thommy me acompanha até hoje, e que eu não me deparei com os sofrimentos que possam imaginar.
        Aconteceu que o encontro com o outro veículo só me deu a consciência, naquele momento, quando chamei: Meu Deus!
        Nada vi, nada senti.
        Foi como se apagasse uma luminária que permanece com sua luz na energia da vida.
        Me lembro de abrir os olhos, pela primeira vez, dentro do novo espaço de vida.
        Sem alarde, iniciava minha trajetória de encontros.
        A tia Silvinha, a tia Ivete, o vovô Paulo, cada um tentando me entregar tudo que possuíam de bom na tentativa de amenizar o meu susto, mas confesso que os encontrei com o meu olhar sem compreender, é certo, mas não transmiti a eles qualquer movimento ou palavra de revolta.
        O certo mãe, é que Deus ali se apresentava através do amor de suas criaturas.
        Para não complicar o assunto, prolongando-o com nossas palavras, devo dizer que não me faltou calma, e, a presença do Thommy, que logo me foi entregue, era de maneira a me fazer segura.
        Sentia junto ao cãozinho, a presença do papai Jorge e a sua presença mãe.
        Sentia que minha irmã Lú, a nossa Luciana, ali estava, e, as presenças do vovô Paulo, da tia Ivete e da tia Silvinha me fazia sentir bem.
        Ao meu lado a vovó Rosa, e o exemplo desta guerreira me auxiliava a não fraquejar.
        O que terminou mãe? O corpo.
        Sua filha permanece, e minha vida tem ela os mesmos sentimentos dedicados a vocês.
        Vovó Rosa, você é vencedora! Me ajude a ser vencedora.
        Dá aquele beijo na Mari e no Paulinho. Diga a eles que são beijos da tia Ivete e meus.
        Dá um abração no tio Paulo.
        Sinto falta daqueles momentos em que, descontraídos, fazíamos juntos aquela festa em família.
        Mãe! Nos amamos.
        Permanecemos na condição de grandes amigas e seremos assim sempre; capazes de compreender uma a outra. Meus beijos.
        Penso que nos Estados Unidos, me via bem mais distante de você do que estou agora.
       Espero que o papai Jorge, através do que escrevo, sinta o quanto de amor tenho por ele, e que meu bondoso pai leve até a vovó Jacy e o vovô Eduardo, meu carinho de neta.
        Beijos mãe.
        Beijão vovó Rosa, aprendo com você a ser vencedora.
        Amo vocês.

        Tati.

        Tatiana Madjarof Bussamra.
       

Esclarecimentos:

  • Rosana e Jorge –— Pais;

  • Lydia –— Melhor amiga da Tati. A Tati estava se dirigindo à casa de praia da Lydia, em Laguna, para um almoço entre amigos quando aconteceu o acidente;

  • Thommy –— Cãozinho da raça Maltês, com 3 meses de vida, que a Tati havia ganhado do pai uma semana antes do acidente e que desencarnou com ela;

  • Tubarão –— Cidade onde a Tati morava devido ao fato de estar cursando a faculdade de medicina;

  • Silvinha –— Tia, desencarnada em 04/05/1986;

  • Ivete –— Tia, desencarnada em 22/06/2005;

  • Paulo –— Avô materno, desencarnado em 12/05/1991;

  • Lú (Luciana) –— Irmã;

  • Rosa –— Avó materna;

  • Mari (Mariana) e Paulinho –— Primos;

  • Paulo - Tio;

  • Jacy e Eduardo –— Avós paternos;

  • Texas –— Local em que fez fez intercâmbio estudantil por um ano, na cidade de Killeen, entre agosto/1999 a agosto/2000.

  • Estados Unidos –— Há 3 anos consecutivos que a Tati passava as férias de final de ano no Colorado, trabalhando em estações de esqui.

 

 

Mensagem psicografada pelo médium Celso de Almeida Afonso, na noite do dia 15/09/2006,

em reunião pública no Centro Espírita Aurélio Agostinho, Uberaba – MG.


 

2ª PSICOGRAFIA DA TATI RECEBIDA NO DIA 09/10/06, EM UBERABA - MG

 

TATINHA: VIDA ETERNA E CHEIA DE LUZ!

Minha doce mãe Rosana.

Não creio que você possa ter, pelo menos, imaginado que eu deixaria de lembrar do seu aniversário sem entregar a você o meu abraço e um beijo, da maneira que você acostumou a receber de sua filha.

A cada dia, posso dizer que me encontro melhor.

Não creio ter em mim tantos méritos, no entanto, Deus não nos deixa sem os recursos. Compreende este Pai de misericórdia, a deficiência dos filhos, que, assim como eu, não se dispuseram a amar da maneira que Jesus pediu que nos amássemos.

Creio, no entanto, que valorizei minha vida, e não quero deixar de valorizar o bem que Deus me concede, sempre nos apontando a direção do Seu amor.

A tia Silvinha, a tia Ivete, o vovô Paulo, continuam sendo aquelas criaturas prontas a nos auxiliar e gostam que eu me apronte de maneira a me fazer bonita para apresentar-me perante os outros, mostrando sempre que a dor não nos impede o sorriso.

Se nos é permitida as lágrimas, sorrir também é um motivo de sentimento quando extraído do coração sincero.

Garanto a você, mãe, que eu vou estar sempre otimista, e, quando me for possível, voltarei à Killeen; e no Texas ou no Colorado, poderei sentir que seu carinho e do papai Jorge me ajudam, ainda, a tentar alcançar meus sonhos.

Aos poucos, procuro apagar de minhas lembranças o dia de acidente, em que saía de Tubarão com destino à Laguna, para vivenciar algumas horas de alegria junto a nossa Lydia.

A viagem não me permitiu chegar ao destino, no entanto, meu coração agradecido está sempre junto ao da Lydia, com a mesma felicidade que tenho de tê-la na condição de grande amiga.

Entregue à Luciana meu coração, com aquele desejo de que a Lú continue sendo aquela criatura amável, que sei, não nos deixará sem a atenção do seu carinho.

O Thommy está aqui sim! Não nos deixamos. E o cãozinho é, para mim, uma escora em que posso expressar sobre ela o meu jeito de criança que sinto que sou, tocando no animal de maneira a sentir que através do meu gesto, sinto pelas mãos o toque que me fazia tão segura, e, por saber que através dele, colocava minha cabeça no ombro do papai Jorge ou que me entregava ao seu abraço de mãe, sentindo que através deste abraço nos declarávamos amor eterno, de mãe e de filha.

Vovó Rosa, o quê dizer a você?

Eu e o vovô Paulo sempre comentamos: “Já nos foi possível abraçar uma santa”, e isso, nos referindo a você.

Beijão vó.

Mãe, entregue à Lú o nosso abraço, ao tio Paulo e a todos que nos lembram com o mesmo carinho que deles somos necessitados.

Meus beijos no papai Jorge, afirmando que ele sempre foi e continua sendo o anjo que me protege.

Não fique descontrolada emocionalmente pelo que vem acontecendo com os gatos; eles também são filhos de Deus.

Beijos e mais beijos de sua filha Tati.

 

Tatiana Madjarof Bussamra.

 

Esclarecimentos:

  • Rosana e Jorge Pais;

  • Lú (Luciana) Irmã;

  • Rosa Avó materna;

  • Paulo Tio;

  • Lydia Melhor amiga da Tati. A Tati se dirigia à casa de praia da Lydia, em Laguna – SC, para um almoço entre amigos, quando aconteceu o acidente;

  • Thommy Cãozinho da raça Maltês, com 3 meses de vida, que a Tati havia ganhado do pai uma semana antes do acidente e que desencarnou com ela;

  • Silvinha Tia, desencarnada em 04/05/1986, aos 19 anos, em acidente automobilístico na Via Anchieta;

  • Ivete Tia, desencarnada em 22/06/2005, aos 44 anos, em decorrência de um câncer;

  • Paulo Avô materno, desencarnado em 12/05/1991, aos 57 anos, vítima de infarto;

  • Tubarão Apesar de morarmos em São Paulo, a Tati morava em Tubarão – SC, devido ao fato de estar cursando a faculdade de medicina nesta cidade;

  • Killeen Cidade localizada no Texas, em que fez intercâmbio estudantil, entre agosto/1999 a agosto/2000;

  • Colorado Há 3 anos consecutivos que a Tati passava as férias de final de ano no Colorado, nos EUA, trabalhando em estações de esqui.

 

Mensagem psicografada pelo médium Celso de Almeida Afonso, na noite do dia 09/10/2006,

em reunião pública no Centro Espírita Aurélio Agostinho, Uberaba – MG.


 

3ª PSICOGRAFIA DA TATI RECEBIDA NO DIA 10/11/06, EM UBERABA - MG

 

Pai, mãe.

Para muitos, é inadmissível que um considerado por eles morto, possa mesmo se comunicar com os seus.

Destes, muitos são aqueles crentes nos santos que pela terra passaram uniformizados com o corpo que inicia a fatalidade única e certa que é a morte.

Para muitos continuam os santos. E nós, outros, criaturas comuns que deixamos o corpo, e por não termos sidos santificados, terminamos através do desfecho de uma vida orgânica que se abala por este ou outro motivo?

De que maneira crer no céu se a ele não pertence os que amamos?

Para que os santos, se não nos protegem mais, pois morto o corpo nos apagamos da vida?

Papai Jorge, mamãe Rosana, e o amor com seus notáveis sentimentos distribuídos em benfazejas, luzes que nos acompanham os melhores passos?

Para que amar? Para que saudade e lágrima se tudo se encerra com a morte física?

Há homens que nem procuram saber porque existem e querem explicar a inexistência de quem perde o corpo.

Não sei a quem possa interessar o que digo, mas vai aí uma opinião que me serve: Amar, mais e mais!

O futuro nos espera com aquilo que temos, com aquilo que sabemos.

Paizão! O Thommy está aqui. Não deixamos um ao outro. Sinto pai, e posso imaginar a sua dor.

Não veja você e a mamãe Rosana, qualquer motivo que possa trazer algum pensamento de que poderiam ter evitado o meu envolvimento naquele acidente.

Os olhos de Deus nos vigiam em todos os lugares, e se meu momento foi aquele, cuidemos de nós sem culpar o Criador, ou, a nós mesmos pelo que aconteceu. Se me foi necessário, o que posso fazer é aceitar de que nada nos acontece pela vontade de Deus para nos fazer piores.

Se a ciência encontra com medicamentos para diminuir ou nos tirar a dor, imaginemos Deus o que pode fazer por nós, embora a medicação Divina nos contraria, pois foge à nossa vontade.

Deus sabe o que faz!

Nosso desejo, nem sempre, é o melhor para nos curar a dor.

Vovó Rosa, beijos vó. A tia Silvinha, a tia Ivete e o vovô Paulo enviam abraços a você.

Não esmoreça vó!

Luciana, minha Lú, você está bem. Quero confessar à você que eu a amo muito. Esteja certa do que digo.

Beijão vó. Dá um beijão no tio Paulo. Não esqueça de dizer à Mari que me lembro de todos.

Papai Jorge, entrega meus beijos à vovó Jacy e ao vovô Eduardo. Você me faz feliz neste momento, aliás, você sempre me fez feliz.

Beijão pai, fica com Deus.

Patrícia, meu abraço e minha gratidão.

Mãe, confia e prossegue com esta loucura de amar a nós e aos animais. Em nome deles, o Thommy agradece.

Meu carinho a todos.

 

Tati.

 

Tatiana Madjarof Bussamra.

 

Esclarecimentos:

·      Rosana e Jorge — Pais;

·      Lú (Luciana) — Irmã;

·      Rosa — Avó materna;

·      Paulo — Tio;

·      Mari (Mariana) — Prima;

·      Jacy e Eduardo — Avós paternos;

·      Patrícia — Atual esposa do Jorge;

·      Thommy — Cãozinho da raça Maltês, com 3 meses de vida, que a Tati havia ganhado do pai uma semana antes do acidente e que desencarnou com ela;

·      Silvinha — Tia, desencarnada em 04/05/1986, aos 19 anos, em acidente automobilístico na Via Anchieta;

·      Ivete — Tia, desencarnada em 22/06/2005, aos 44 anos, em decorrência de um câncer;

·      Paulo — Avô materno, desencarnado em 12/05/1991, aos 57 anos, vítima de infarto.

Mensagem psicografada pelo médium Celso de Almeida Afonso, na noite do dia 10/11/2006,

em reunião pública no Centro Espírita Aurélio Agostinho, Uberaba – MG.


4ª PSICOGRAFIA DA TATI RECEBIDA NO DIA 02/02/07, EM UBERABA - MG

 

TATIANA COMEMORANDO SEU 23º NIVER EM 21/12/2005, NO COLORADO.
Papai Jorge, é a sua baixinha, seu pingo de mel.
Um ano! Parece-nos que tudo aconteceu a poucas horas, tal a esperança de que eu chegue e diga: – Nada aconteceu, apenas atravessamos a rua sem segurar na mão do outro.
Mas lá se foram o inverno, a primavera, o verão, lá se foram as flores, e as águas que correm pelos riachos já não são as mesmas.
Pai, mamãe Rosana, não me vejo na condição daquela criatura rodeada por anjos, confortavelmente instalada em um trono de princesa ou de respeitosa dama do céu.
Não! Me vejo aquela mesma menina abraçada ao cãozinho; meu Thommy! E este toque com o estimado animal faz com que eu me veja invadida pelas lembranças de minha mãe acudindo os gatos, os cães, e sorrindo, fazendo uma mistura de lágrimas à mostrar de quem deseja fazer da dor um banquete em que toda reação mostre algo positivo.
Sou a mesma pai! Precisando de você, dos seus conselhos, desejando ouvir sua voz a me dizer: – Faça sua parte filha! E confia que estamos tentando fazer a nossa como motivo de entregar a você a nossa certeza em Deus e em você, que sempre confiamos.
Mãe, vamos caminhando.
Não nos será fácil alcançar o fim desta estrada, mas seguimos.
E a experiência da vovó Rosa nos ensina; é o que sempre me diz a tia Silvinha.
A tia Ivete também tem nos mostrado coragem, e o vovô Paulo é aquele professor de sempre.
Vó, desculpa se tomo o lugar de suas meninas¹. Você sabe compreender da maneira que sempre soube.
Meu abraço à Mari, ao Paulinho e ao tio Paulo.
Pai, dá aquele beijo gostoso na vovó Jacy e no vovô Eduardo. Sei que eles me lembram com o mesmo carinho.
Beijos pai.
Meu abraço Patrícia, obrigada por esta atenção amiga.
Mãezona, vamos segurar esta!
Meus beijos na Lú, minha saudade e carinho a todos.
Beijão.
 
Tati.
 
Tatiana Madjarof Bussamra.

Esclarecimentos:

  • Rosana e Jorge — Pais;

  • Lú (Luciana) — Irmã;

  • Rosa — Avó materna;

  • Paulo — Tio;

  • Mari (Mariana) — Prima, filha da Ivete;

  • Paulinho — Primo, filho da Ivete;

  • Jacy e Eduardo — Avós paternos;

  • Patrícia — Atual esposa do Jorge;

  • Thommy — Cãozinho da raça Maltês, com 3 meses de vida, que a Tati havia ganhado do pai uma semana antes do acidente e que desencarnou com ela;

  • Silvinha — Tia, desencarnada em 04/05/1986, aos 19 anos, em acidente automobilístico na Via Anchieta;

  • Ivete — Tia, desencarnada em 22/06/2005, aos 44 anos, em decorrência de um câncer;

  • Paulo — Avô materno, desencarnado em 12/05/1991, aos 57 anos, vítima de infarto;

  • ¹ Minha mãe também esperava receber mensagem da minha irmã Ivete ou da minha irmã Silvinha.

Mensagem psicografada pelo médium Celso de Almeida Afonso, na noite do dia 02/02/2007,

em reunião pública no Centro Espírita Aurélio Agostinho, Uberaba – MG.


5ª PSICOGRAFIA DA TATI RECEBIDA NO DIA 27/04/07, EM UBERABA - MG

 

Mãe, os sonhos não se acabaram.

Não nos aconteceu nada que nos mostre uma angelitude que dela estamos distantes, mas a suposta distância nos faz encontrar por mais vezes, pois nos enxergamos através do que vemos de dor nos outros. E o intercâmbio que nos facilita esta nova visão da vida, devemos a Deus.

Quando nos sentimos distantes, temos o site da integração de poderes que Deus oferece às suas criaturas.

Na Terra, os computadores facilitando os encontros e encurtando distâncias. E entre a este cosmo de vida e a Terra, temos o planejamento de nossas trajetórias, através do cordão de luz que nos liga.

Vó Rosa, não me chame de maluca, sou apenas a menina sapeca.

Vó, o Thommy está aqui, e logo vou até a Lydia para que ela receba os meus beijos e os beijos do meu, ou nosso cãozinho.

Lydia, a festa da vida continua, e não pense em perder o direito de ser feliz, porque a felicidade Deus nos permite encontrá-la desde que iniciamos nossos passos em direção à ela.

Qualquer coisa amiga, conte com a Tati. Os amigos não se esquecem.

Vó Rosa, a tia Ivete, a tia Silvinha, o vovô Paulo me pediram para abraçá-la, e estamos desejosos de que a Mari esteja mais confiante.

Mãe, dá essas notícias ao papai Jorge, de maneira que meu querido pai possa sentir todo o amor que dedico a ele.

Meus beijos na Lú. Minha irmã Luciana é o anjo que não pode se distanciar desta criatura que tanto precisa da companhia querida deste anjo.

Beijos vó Rosa.

Beijão mãe.

Lydia, meu abraço.

Meu carinho ao tio Paulo.

Lembranças a todos.

Desta menina um tanto sapeca.

 

Tati.

 

Tatiana Madjarof Bussamra.

 

Esclarecimentos:

  • Rosana e Jorge — Pais;

  • Lú (Luciana) — Irmã;

  • Rosa — Avó materna;

  • Paulo — Tio;

  • Mari (Mariana) — Prima, filha da Ivete;

  • Lydia — Melhor amiga da Tati. A Tati se dirigia à casa de praia da Lydia, em Laguna – SC, para um almoço entre amigos, quando aconteceu o acidente. A Lydia, desta vez, estava presente à reunião em Uberaba;

  • Thommy — Cãozinho da raça Maltês, com 3 meses de vida, que a Tati havia ganhado do pai uma semana antes do acidente e que desencarnou com ela;

  • Silvinha — Tia, desencarnada em 04/05/1986, aos 19 anos, em acidente automobilístico na Via Anchieta;

  • Ivete — Tia, desencarnada em 22/06/2005, aos 44 anos, em decorrência de um câncer;

  • Paulo — Avô materno, desencarnado em 12/05/1991, aos 57 anos, vítima de infarto;
     

Mensagem psicografada pelo médium Celso de Almeida Afonso, na noite do dia 27/04/2007,

em reunião pública no Centro Espírita Aurélio Agostinho, Uberaba – MG.


6ª PSICOGRAFIA DA TATI RECEBIDA NO DIA 22/06/07, EM UBERABA - MG

 

Mamãe Rosana, beijão.

O mundo, perante os nossos olhos, nossos ouvidos, nossas bocas, fica bem maior. E com este aumento, que antes desconhecíamos, podemos sentir agora que com esta descoberta diminui nossa dor.

Vemos outros a nos pedir o amparo que antes desconhecíamos, a maneira de responder a este pedido.

Falamos de paz sem que conheçamos bem a paz dentro de nós mesmos, mas falando quanto a ela é que vamos encontrá-la.

Escutamos, pedindo a Deus nos permitir uma resposta correta.

O tempo nos aplicou algo de maneira a sentirmos este algo como tratamento que não nos deve faltar ao espírito.

Já não falamos de distância e podemos sentir outros bem ao nosso lado, seja para nos auxiliar ou para nos pedir algo. E que seja nossa resposta a quem nos procura, bem taxativa: Com Deus, vamos tentar.

Obrigada mãe pela sua coragem e pelo exemplo que tenho seguido de maneira a caminharmos juntas, aprendendo e servindo.

Vó Rosa, é bom ver você sempre aquela menina, brincando com a dor como se a dor fosse sua amiga íntima, incapaz de machucar o seu querido coração.

Paulinho, a tia Ivete sorri abraçada a você, apresentando a todos o filho que ela ama.

Você e a Mari estejam certos do amparo da tia Ivete.

Por aqui, temos uma família incapaz de esquecer dos nossos.

A tia Silvinha e o vovô Paulo abraçam a todos.

Mãe, dê meu recado de amor ao papai Jorge. Sempre que posso estou abraçada a ele.

Meus beijos na vovó Jacy e no vovô Eduardo.

Meus beijos na Luciana. A Lú é a irmã que envolvo de amor e sei que é assim que acontece a ela; existimos para a outra.

É o que posso entregar a você mãe.

Quantos beijos e abraços, quantos tapinhas deliciosos que me faz sentir que levo você junto a mim.

Me abençoe vó.

Me abençoe mãe.

 

Tati.

 

Tatiana Madjarof Bussamra.

 

Esclarecimentos:

  • Rosana e Jorge — Pais;

  • Lú (Luciana) — Irmã;

  • Rosa — Avó materna;

  • Mari (Mariana) — Prima, filha da Ivete;

  • Paulinho — Primo, filho da Ivete;

  • Jacy e Eduardo — Avós paternos;

  • Silvinha — Tia, desencarnada em 04/05/1986, aos 19 anos, em acidente automobilístico na Via Anchieta;

  • Ivete — Tia, desencarnada em 22/06/2005, aos 44 anos, em decorrência de um câncer;

  • Paulo — Avô materno, desencarnado em 12/05/1991, aos 57 anos, vítima de infarto.
     

Mensagem psicografada pelo médium Celso de Almeida Afonso, na noite do dia 22/06/2007,

em reunião pública no Centro Espírita Aurélio Agostinho, Uberaba – MG.


7ª PSICOGRAFIA DA TATI RECEBIDA NO DIA 10/09/07, EM UBERABA - MG

 

TATINHA, MEU AMOR, MINHA VIDA, MEU TUDO! TE AMO BONECA LINDA!Mamãe Rosana, vovó Rosa, o que possa parecer silêncio é alguém nos dizendo de uma maneira diferente o que desejamos escutar.

O que nos parece um barulho explosivo é o anúncio de que nos bateu a revolta, e nos adentramos no espaço de guerra, ansiosos por encontrarmos as respostas de nossas indagações.

É a pergunta sem resposta, a resposta sem razão, o silêncio que faz tremer ou o barulho que ensurdece.

Passou!

O tempo foi como um relâmpago a nos assustar.

Pensamos dentro do nosso temor, correr, correr sem parar, sem qualquer direção.

Mas paramos, refletimos, olhamos para o outro e fomos de encontro à existência do outro, às dificuldades de outros, e a partir deste momento saímos um pouco de nós, buscando o endereço de criaturas até então desconhecidas.

A tecnologia nos permite uma viagem menos penosa, um encontro mais ágil.

Descortina perante nossos olhos e nossos sentimentos, o aviso de que podemos ser socorristas, e aprendemos a agradecer assim o socorro que nos chega.

Mãe, vó. Não lidamos com ilusão, não pensamos em nos vermos adorados em um altar, mas pensamos sim, em escutar a voz do nosso consciente, sempre nos fazendo recordar as palavras de Jesus: – Toma a tua cruz e segue.

Seguimos cambaleantes ou não, mas nos vemos entregues a uma direção.

Nossos olhos vêem com alegria o sorriso da Lú, as palavras cantantes da Mari, as brincadeiras do Paulinho.

Sentimos o calor que nos aquece nos momentos mais frios de nossas vidas; o calor que nos entrega o tio Paulo.

Juntamos todos eles para realizarmos mais uma festa da maneira que nossas lembranças é capaz.

Chegam todos.

Lá vem a tia Ivete, a tia Silvinha, o vovô Paulo, a Íris, o Iuri, a tia Eliane, e como um anjo que de mim se aproxima, chega o papai Jorge, distribuindo abraços, e junto a ele a vovó Jacy e o vôzinho Eduardo, e daí dou o meu presente de aniversário ao vôzinho querido que mais me parece um anjo criança, capaz de me aceitar por inteira, como melhor presente que ele sempre recebeu desta neta.

A festa não acabou, música, sorrisos, lágrimas, lembranças, fantasias e realidade, mas é nossa festa que continua.

A dor?

Alguém nos pergunta quanto a ela.

Nossa resposta, porém, não chega, pois continuamos nossa festa.

Beijão mãe.

Faça o possível para os outros, fazendo o impossível por você.

Precisamos amar, mas nos amando. Você sabe que é assim.

Vó, o que dizer a você?

Perante a grandeza do seu coração, só desejo escutar.

Beijos a todos.

 

Tati.

 

Tatiana Madjarof Bussamra
 

Esclarecimentos:

  • Rosana e Jorge — Pais;

  • Lú (Luciana) — Irmã;

  • Rosa — Avó materna;

  • Mari (Mariana) — Prima, filha da Ivete;

  • Paulinho — Primo, filho da Ivete;

  • Tio Paulo — Tio materno;

  • Tia Eliane — Esposa do tio Paulo;

  • Iris — Prima, filha do tio Paulo;

  • Iuri — Primo, filho do tio Paulo;

  • Jacy e Eduardo — Avós paternos. O vovô Eduardo havia completado 80 anos no dia 08/09/07, e a mensagem foi recebida dois dias após seu aniversário. Esse é o motivo da Tatinha falar tanto do "vôzinho querido", pois era assim que ela o chamava, e fazer essa grande festa para ele;

  • Silvinha — Tia, desencarnada em 04/05/1986, aos 19 anos, em acidente automobilístico na Via Anchieta;

  • Ivete — Tia, desencarnada em 22/06/2005, aos 44 anos, em decorrência de um câncer;

  • Paulo — Avô materno, desencarnado em 12/05/1991, aos 57 anos, vítima de infarto.
     

Mensagem psicografada pelo médium Celso de Almeida Afonso, na noite do dia 10/09/2007,

em reunião pública no Centro Espírita Aurélio Agostinho, Uberaba – MG.


8ª PSICOGRAFIA DA TATI RECEBIDA NO DIA 23/11/07, EM UBERABA - MG

 

Tatiana e Tommy

Mãe, estou receosa, mas não posso deixar de dizer algo à você e à vovó Rosa.

Ao deixar o meu cãozinho, o Tommy, para chegar a este local, eu disse a ele: Comporte-se! Logo estarei de volta.

Vou encontrar-me com minha mãe e minha vó.

E você tem algum recado para elas?

Mãe, ele me olhou como alguém capaz de compreender a minha alegria em entregar novas notícias, e latiu por duas vezes.

Um latido para minha mãe e outro para minha vó?

Ele respondeu com outros dois latidos.

Não me chamem de boba, mas senti naquele momento que Deus nos fala do seu amor através da atitude de um animal, através do perfume de uma rosa, do gosto saudável de um fruto.

Mamãe Rosana e vovó Rosa, estou presente da maneira que sei, e esta é a vontade de todos nós.

Gostaria que o papai Jorge aqui estivesse, mas devo compreender os compromissos a que ele não pode faltar.

Vó, a tia Ivete e a tia Silvinha enviam abraços, e ficar sem vê-la por um dia faz com que elas sintam saudades da mãe que tanto amam.

O vovô Paulo está aqui, e feliz tanto quanto nós por este nosso encontro.

Quero abraçar a Lú, pedindo a ela que não me deixe de lado quando ela precisar de alguém ao seu lado. Ela sabe o tanto de amor que tenho por ela.

Quero abraçar ao Paulinho e a Mari, pedindo aos queridos primos: paz e confiança sempre.

Não posso deixar de agradecer a Patrícia pelo bem possível à ela que nos é dirigido.

Meu beijão ao papai Jorge. Amo meu querido pai.

Beijos em todos, no tio Paulo, em todos mesmo que me lembram com o carinho de sempre.

Mãe, lá na “telinha” está escrito: Nos amamos, e desejamos que todos saibam deste nosso amor de mãe e filha.

 

Tati.

 

Tatiana Madjarof Bussamra.

 

Esclarecimentos:

  • Rosana e Jorge — Pais;

  • Lú (Luciana) — Irmã;

  • Rosa — Avó materna;

  • Mari (Mariana) — Prima, filha da Ivete;

  • Paulinho — Primo, filho da Ivete;

  • Tio Paulo — Tio materno;

  • Patrícia — Atual esposa do Jorge;

  • Jacy e Eduardo — Avós paternos;

  • Silvinha — Tia, desencarnada em 04/05/1986, aos 19 anos, em acidente automobilístico na Via Anchieta;

  • Ivete — Tia, desencarnada em 22/06/2005, aos 44 anos, em decorrência de um câncer;

  • Paulo — Avô materno, desencarnado em 12/05/1991, aos 57 anos, vítima de infarto;

  • Tommy — Cãozinho da raça Maltês, com 3 meses de vida, que a Tati ganhou do pai uma semana antes do acidente, e que desencarnou com ela.

 

Mensagem psicografada pelo médium Celso de Almeida Afonso, na noite do dia 23/11/2007,

em reunião pública no Centro Espírita Aurélio Agostinho, Uberaba – MG.


9ª PSICOGRAFIA DA TATI RECEBIDA NO DIA 14/12/07, EM UBERABA - MG

 

Tatinha meu Amor!Mamãe Rosana, papai Jorge.

Dezembro, quantas recordações!

No calendário da saudade, nos parece difícil este 21 de dezembro ¹, e no Natal nos é difícil passar pelo aniversário do Cristo sem aquelas lágrimas, mas não nos vemos derrotados.

Que apareçam as lembranças, as recordações de nossas festas, os pedidos de presentes, que dificilmente eram negados.

Mas não antecipemos tristezas, falemos da alegria deste nosso outro encontro.

Pai, não deixe de dar um beijão na vovó Jacy e no meu querido Eduardo; o namorado avô, o avô namorado. Ele sabe bem o quanto de amor tenho por ele.

Não quero, e não posso deixar de agradecer a Patrícia pela atenção carinhosa com todos nós, e quero lembrar a amiga Lydia, que dela não tenho me esquecido.

Luciana, minha Lú, nem sempre chegamos ao lugar do nosso desejo, mas devemos seguir, e nossa alegria em lutar nos permite a segurança.

Quem procura algo para vencer, e sente que a vitória fica distante, deve este alguém encontrar com a razão, que somente os que batalham podem conhecer os deslizes que nos leva à derrota, no entanto, derrotado na luta, sempre sentirá ser um vencedor.

Vá em frente Lú, e conte comigo sempre.

Vovó Rosa, beijão vó. A sua magrela agradece a sua lembrança de aniversário ², assim você fica com a certeza de que a tia Ivete e a tia Silvinha não esquecem de você, assim como o vovô Paulo.

Meu abraço na Mariana, nossa Mari, no Paulinho, no tio Paulo, em todos, até na Nick.

Minha vontade é abraçar a todos e desejar um feliz Natal com Jesus.

Papai Jorge, obrigada pelo carinho, pelo esforço, e sei que posso contar com seu amor sempre.

Mãe, valeu!

A queda ³ é que nos permite o esforço de levantarmos e prosseguirmos.

Que todas as flores enfeitem o caminho de todos vocês.

Beijos.

 

Tati.

 

Tatiana Madjarof Bussamra.

 

Esclarecimentos:

  • Rosana e Jorge — Pais;

  • Lú (Luciana) — Irmã;

  • Rosa — Avó materna;

  • Jacy e Eduardo — Avós paternos;

  • Mariana (Mari) — Prima, filha da Ivete;

  • Paulinho — Primo, filho da Ivete;

  • Paulo — Tio materno;

  • Lydia — Melhor amiga da Tati. A Tati se dirigia à casa de praia da Lydia, em Laguna – SC, para um almoço entre amigos, quando aconteceu o acidente;

  • Nick — Cachorrinha da raça maltês, irmã do Tommy, que estava presente na reunião;

  • Silvinha — Tia, desencarnada em 04/05/1986, aos 19 anos, em acidente automobilístico na Via Anchieta;

  • Paulo — Avô materno, desencarnado em 12/05/1991, aos 57 anos, vítima de infarto;

  • ¹ 21 de dezembro — Neste dia, a Tati completaria 25 anos de idade;

  • ² Lembrança de aniversário — No dia 17/12/2007, a Ivete completaria 47 anos de idade;

  • ³ Queda — No momento em que eu estava saindo de casa para entrar no carro, com destino na Uberaba, escorreguei e levei um tombo na garagem e cheguei a perder os sentidos. Esperei alguns minutos, e mesmo com muita dor, levantei-me e fui direto para o carro, com a roupa meio molhada pela chuva que caía. Nada iria me impedir de chegar ao meu destino.

 

Mensagem psicografada pelo médium Celso de Almeida Afonso, na noite do dia 14/12/2007,

em reunião pública no Centro Espírita Aurélio Agostinho, Uberaba – MG.


10ª PSICOGRAFIA DA TATI RECEBIDA NO DIA 08/02/08, EM UBERABA - MG

 

 

TATINHA, 2 ANOS DE SAUDADE...

Papai Jorge e mamãe Rosana.

Recebo suas bênçãos com a mesma alegria dos dias que se foram.

Agradeço-lhes pela certeza que depositam quanto a minha vida.

É preciso que eu diga que o óbito quanto a morte física fica a cargo de criaturas habilitadas para dar este veredicto, no entanto, existem para surpresa de nossa parte, aqueles que desejam entregar-nos o óbito da nossa alma. Crêem, que com o corpo a alma é sepultada sem direito a mais nada, sem poder estar consciente de seus sentimentos.

É desagradável encontrar com estes que assim pensam, mas devo me conscientizar sempre, que Deus permite a liberdade de cada um em sua maneira de pensar, de viver, de agir.

É triste a idéia de que o amor termina com a notícia da morte.

Nossos amados nos perdem, e querem acreditar de que nada mais nos resta, a não ser as lembranças.

Desculpem. Esta é a minha maneira de falar, de sentir, de viver, pois estou certa de que além dos meus sonhos, devo me encontrar com a realidade.

Amo vocês e sei do amor que me dedicam, e só posso agradecer-lhes esta proteção que sei, não conhecerá o fim.

Vovó Rosa, beijos vó. O vovô Paulo, a tia Ivete, a tia Silvinha, sentem-se orgulhosos quando falam das suas relações quanto a este amor que eles conhecem, e que parte do seu querido coração.

Beijão.

Dá por mim um abraço com muito amor no tio Paulo, no Paulinho, na Mari.

Agradeço a Lú pelo carinho de irmã que ela me dedica.

Quero que minha irmã confie que de alguma forma posso ajudá-la.

Pai, diga à tia Tania que não me esqueço daqueles que estimo, mas o tempo de escrita não me permite dirigir-me a todos.

Dá por mim um beijo na vovó Jacy e no vovô Eduardo. Sempre que posso estou junto a eles.

Mãe, creio que já não existem obstáculos que impeçam com que você declare a sua certeza de todo amor de mãe que você dedica à filha que deixou o corpo, mas não deixou você.

Pai, beijão, obrigada por tudo.

O mesmo digo a você mãe, e também à vovó Rosa.

Meu abraço Patrícia, e outros a todos esses amigos que me abrem o coração.

Digam a Lydia que não me esqueço da querida amiga.

O Thommy está lindo!

Beijos.

Minha alegria e meu carinho a todos.

Desta pequena, perante a grandeza de todos vocês.

 

Tati.